Economista de Romeu Zema defende divisão da Petrobras e choque fiscal em encontros com entidades empresariais

O economista Carlos da Costa, coordenador do programa de governo do pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo), tem realizado uma série de encontros com entidades empresariais para apresentar as propostas do candidato.

Nos últimos dias, Costa participou de reuniões na Confederação Nacional da Indústria (CNI), na Câmara de Comércio França-Brasil e na Associação Comercial de São Paulo, onde discutiu temas como o endividamento do setor produtivo, com foco nas pequenas e médias empresas.

Ex-secretário de Produtividade do Ministério da Economia durante a gestão de Paulo Guedes, Carlos da Costa defende uma versão emergencial do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). Segundo ele, é fundamental resgatar companhias viáveis que estão em dificuldade devido ao endividamento.

Outro ponto abordado pelo economista é o futuro da Petrobras, que Romeu Zema promete privatizar. A proposta inclui dividir a estatal em empresas menores, com a condição de que os compradores expandam a capacidade de refino.

Além disso, Carlos da Costa tem coletado sugestões para aprimorar a reforma tributária, buscando simplificar o sistema de impostos e reduzir a pressão sobre o caixa das empresas.

O economista também projeta que um choque fiscal de 2% do PIB, combinado com a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil, poderá resultar na queda das taxas de juros.

Fonte: FOLHA DE SP | POLITICA

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