Terminada a primeira rodada da Copa do Mundo 2026, o Grupo C, formado por Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia, destacou-se não pelo número de gols ou chances criadas, mas pela violência em campo. Com 74 faltas cometidas em apenas dois jogos, a média de 37 infrações por partida supera todas as outras chaves do torneio.
A seleção haitiana lidera o ranking de faltas, com 23 infrações na derrota por 1 a 0 para a Escócia, partida realizada no sábado, 13 de junho, em Boston. O time escocês aparece logo atrás, com 21 faltas, tornando o confronto entre Haiti e Escócia o mais faltoso da rodada inicial, totalizando 44 infrações.
Os atacantes também se envolveram em jogadas duras: Pierrot, do Haiti, cometeu quatro faltas, enquanto seu companheiro Isidor fez três. Do lado escocês, o atacante Ché Adams também aplicou quatro faltas para conter os adversários.
No outro jogo do grupo, Brasil e Marrocos empataram em 1 a 1 em Nova Jersey, com 30 faltas ao todo – 16 do Brasil e 14 de Marrocos. Esses números colocam as duas seleções entre as dez equipes que mais cometeram faltas até o momento, com o Brasil em sexto e Marrocos em décimo lugar.
Destaques brasileiros em faltas incluem Vinicius Junior, autor do gol, que cometeu três infrações, e o volante Fabinho, que em apenas meio tempo também fez três faltas. Lucas Paquetá, do Flamengo, sofreu três faltas e cometeu duas.
Antes do jogo contra o Brasil, o técnico haitiano Sébastien Migné expressou otimismo quanto à classificação, citando a nova regra que beneficia oito terceiros colocados. “Nossos rivais têm muito mais a perder do que nós. Que sorte para os meninos poderem jogar nesse tipo de atmosfera. Compartilhar isso com eles foi fantástico, e acho que vai continuar sendo assim. Não vamos desistir e vamos tentar escrever uma história ainda melhor do que o que fizemos até agora”, afirmou.
Resta torcer para que essa história tenha menos faltas nas próximas partidas.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









