O retrospecto histórico dos confrontos diretos entre Brasil, Holanda, Suécia e Japão pode influenciar as expectativas para a segunda fase da Copa do Mundo de 2026. O Brasil, que disputará a fase eliminatória contra um dos times do Grupo F — Holanda, Japão ou Suécia —, tem motivos para preferir enfrentar a Suécia, segundo dados levantados pela reportagem.
O Brasil ainda precisa definir sua posição no Grupo C, que determinará se enfrentará o primeiro ou o segundo colocado do Grupo F. Caso avance em terceiro lugar, o time brasileiro pode até enfrentar uma seleção como a Alemanha, o que aumenta a complexidade do caminho.
Histórico dos confrontos
- Brasil x Suécia (15 jogos): 10 vitórias brasileiras, 3 empates e 2 derrotas. O Brasil marcou 35 gols, enquanto a Suécia marcou 17. Destaca-se a vitória histórica por 7 a 1 em 1950 e a final da Copa de 1958. A última vitória sueca foi em 1989, em amistoso.
- Brasil x Japão (14 jogos): 11 vitórias do Brasil, 2 empates e 1 derrota (no amistoso mais recente, em outubro passado, por 3 a 2). O Brasil marcou 37 gols e sofreu 8. Em 9 partidas o Brasil não sofreu gols.
- Brasil x Holanda (12 jogos): 4 vitórias brasileiras, 4 empates e 4 derrotas. A Holanda marcou 18 gols contra 15 do Brasil. A seleção holandesa não perde para o Brasil desde junho de 1999 e venceu o último confronto oficial por 3 a 0, na disputa do terceiro lugar da Copa de 2014.
Os números indicam que a Holanda é o adversário mais difícil para o Brasil na próxima fase, enquanto a Suécia aparece como o adversário teoricamente mais favorável para a equipe comandada por Carlo Ancelotti.
O confronto decisivo na segunda fase da Copa do Mundo 2026 dependerá da definição das posições nos grupos, mas o histórico recente sugere que o Brasil deve evitar os holandeses e torcer por um duelo contra a Suécia.
Por Dani Blaschkauer, São Paulo
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









