Na segunda-feira, 22 de junho de 2026, a partida válida pelo Grupo I da Copa do Mundo entre França e Iraque foi paralisada por mais de duas horas devido a uma tempestade com risco de raios nas proximidades do estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O jogo foi interrompido no final do primeiro tempo, quando a França vencia por 1 a 0, gol marcado por Kylian Mbappé. O árbitro canadense Drew Fischer encerrou a etapa inicial e, em seguida, os telões do estádio orientaram os torcedores a deixarem as arquibancadas e buscarem abrigo em locais cobertos.
Esta foi a primeira paralisação por tempestades neste Mundial, que segue rígidos protocolos de segurança nos Estados Unidos para descargas elétricas próximas às arenas. O jogo só foi retomado após 30 minutos sem novas descargas em um raio de 16 quilômetros do estádio.
Antes do início da partida, uma mensagem similar já havia sido exibida, levando ao fechamento temporário dos portões do estádio, mas eles foram reabertos após a previsão de raios ser considerada superada.
O intervalo, que normalmente dura 15 minutos, estendeu-se por cerca de 2 horas e 10 minutos. Os jogadores retornaram ao campo para aquecimento sob forte chuva, que cessou no momento do reinício da partida.
O protocolo adotado segue as recomendações do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS), que determina a evacuação de torcedores e delegações em casos de descargas elétricas próximas. A Fifa não possui uma norma clara sobre o tempo máximo para retomada de jogos, mas afirmou que segue os protocolos das autoridades locais, priorizando a segurança de todos.
“A segurança de todos os indivíduos é a prioridade da Fifa. Nós agradecemos a todos os torcedores pela compreensão e cooperação”, declarou a entidade em nota.
Entre as cidades-sede americanas mais suscetíveis a tempestades estão Kansas City, Nova Jersey e Miami, além de Atlanta, Houston e Dallas, cujos estádios possuem teto retrátil.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









