Em 22 de junho de 2026, Lionel Messi marcou um gol contra a Áustria, alcançando 18 gols em Copas do Mundo e se tornando o maior artilheiro da história da competição. Desde que Lionel Scaloni assumiu o comando da seleção argentina em agosto de 2018, o craque argentino marcou 12 gols em Mundiais, dobrando seus números anteriores.
Scaloni, que iniciou sua trajetória como treinador interino após a saída de Jorge Sampaoli, conquistou títulos importantes com a Argentina, incluindo a Copa América de 2021, a Finalíssima de 2022, a Copa do Mundo de 2022 e outra Copa América em 2024. Sob sua liderança, a base da equipe que defende o título mundial nos Estados Unidos foi consolidada.
Em entrevista após o jogo contra a Áustria, Scaloni destacou o comprometimento de Messi: “Mesmo hoje, quando o time estava com dificuldades sem a bola, ele se esforçou e a recuperou. É impressionante. Não sei o que mais dizer”.
Especialistas ressaltam que a transformação da Argentina está ligada à forma como o time passou a ocupar os espaços ao redor de Messi. Maurício Dulac, técnico brasileiro do Al-Riyadh, apontou que a atuação de Rodrigo De Paul como peça central defensiva permitiu que Messi atuasse mais próximo das áreas decisivas do campo.
Dyego Coelho, ex-lateral do Corinthians e atual treinador, atribui o sucesso ao trabalho de Scaloni em manter a estabilidade do grupo e incentivar os jogadores a jogarem para Messi com prazer. Dos 26 convocados para a Copa de 2026, 17 participaram da campanha do título no Qatar, incluindo nomes como Emiliano Martínez, Cristian Romero, Nicolás Otamendi, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro Martínez.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









