Na última Copa do Mundo, Lucas Paquetá foi responsável pela assistência para o gol de Neymar nas quartas de final contra a Croácia, em um lance que ficou marcado apesar da eliminação do Brasil nos pênaltis. Quatro anos depois, o meia reconhece que sente uma felicidade muito maior e mais gratidão por voltar a vestir a camisa amarela em um Mundial.
Em entrevista no dia 21 de junho de 2026, no hotel The Ridge, em Basking Ridge, Nova Jersey, Paquetá afirmou que sua gratidão está ligada ao medo de nunca mais ser convocado para a Seleção Brasileira, especialmente após ter sido investigado por suspeita de envolvimento em um esquema de manipulação de partidas do Campeonato Inglês. Em julho de 2025, ele foi declarado inocente, o que lhe permitiu retomar a trajetória rumo ao Mundial.
“Eu aprendi muito nesses quatro anos, particularmente por tudo o que eu vivi. Eu aprendi a dar um pouco mais de valor às coisas que eu conquisto”, declarou o jogador do Flamengo, que ficou quase dez meses afastado da equipe até ser convocado por Carlo Ancelotti para as partidas contra Chile e Bolívia, em setembro de 2025.
Paquetá também destacou a vitória por 3 a 0 contra o Haiti na segunda rodada da Copa, que colocou o Brasil na liderança do Grupo C, e comentou as mudanças táticas implementadas por Ancelotti após o empate na estreia contra o Marrocos.
O meia ressaltou ainda que o principal objetivo do Brasil para o jogo contra a Escócia, marcado para quarta-feira (24) em Miami, é garantir a primeira colocação do grupo, o que facilitaria a logística e o descanso da equipe para as fases seguintes do torneio.
“Nosso objetivo é passar em primeiro. Nós estamos trabalhando e buscando isso. É uma logística que nos favorece nas viagens, nos descansos e no tempo de recuperação, então é um objetivo nosso que a gente vai atrás de alcançar”, afirmou Paquetá.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









