O Irã viveu uma trajetória marcada por infortúnios e controvérsias na Copa do Mundo de 2026, ficando fora da fase eliminatória mesmo sem perder um jogo na fase de grupos.
A equipe, comandada pelo técnico Amir Ghalenoei, enfrentou desafios inéditos antes e durante o torneio, incluindo restrições de viagem e mudanças na base de treinamento, que foi transferida do Arizona para Tijuana, no México, devido a conflitos políticos envolvendo o país.
Na última partida da fase de grupos contra o Egito, disputada em Seattle, o Irã chegou a marcar um gol decisivo nos acréscimos, mas o lance foi anulado por impedimento milimétrico. O empate por 1 a 1 deixou a seleção iraniana na expectativa pelo resultado do confronto entre Argélia e Áustria.
Nos minutos finais desse jogo, a Argélia marcou aos 48 minutos do segundo tempo, o que favorecia o Irã, mas a Áustria empatou nos últimos segundos, eliminando a seleção iraniana pelo saldo de gols inferior ao Senegal, que avançou como um dos melhores terceiros colocados.
O técnico Ghalenoei classificou a equipe como a “mais oprimida” do torneio, destacando que o time teve menos da metade do tempo de preparação necessário, enquanto outras seleções desfrutaram de condições normais.
Apesar da eliminação, o desempenho do Irã na Copa do Mundo 2026 chamou atenção pela resiliência diante das adversidades e pela proximidade da classificação, perdida por detalhes e decisões controversas.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









