O jornalista Luís Curro analisa a situação da seleção brasileira antes do confronto contra o Haiti, marcado para esta sexta-feira, na Filadélfia (EUA), pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026.
Após um empate insatisfatório por 1 a 1 contra Marrocos na estreia, o Brasil entra em campo pressionado, não apenas pelo resultado, mas principalmente pelo desempenho apresentado. A primeira meia hora da partida contra Marrocos foi particularmente preocupante, com os marroquinos dominando o jogo e fazendo os brasileiros correrem sem objetividade.
Curro destaca que essa fase deve servir de aprendizado para evitar a repetição dos erros. O treinador italiano Carlo Ancelotti, com salário estimado em R$ 5 milhões por mês, tem a responsabilidade de preparar o time para enfrentar a forte marcação do Haiti, que deve atuar com uma retranca defensiva, vestindo uniforme branco, e buscar contra-ataques rápidos.
O desafio para o Brasil é superar essa barreira defensiva, seja por meio de jogadas que derrubem, contornem ou saltem o bloqueio adversário. O roteiro do jogo está previsto: posse de bola para o Brasil e marcação atenta do Haiti, que tentará surpreender nos contra-ataques, estratégia semelhante à utilizada por Cabo Verde contra a Espanha na competição.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









