**Escócia vence Haiti e conquista primeira vitória em Copa do Mundo após 36 anos**
*Foxborough, EUA* – Em partida válida pelo Grupo C da Copa do Mundo de 2026, a Escócia derrotou o Haiti por 1 a 0 na noite deste sábado (13), no Gillette Stadium, em Foxborough, Boston. O gol da vitória foi marcado pelo meio-campista John McGinn aos 27 minutos do primeiro tempo.
Esta foi a primeira vitória da Escócia em Copas do Mundo desde 1990, quando o time europeu bateu a Suécia na fase de grupos. A equipe não disputava o torneio desde 1998, encerrando um jejum de 28 anos sem participação.
O gol decisivo surgiu após uma jogada que começou com um lançamento longo para Adams, que tabelou com Scott McTominay. O meio-campista devolveu a bola na pequena área, onde o goleiro haitiano Placide fez a defesa inicial, mas no rebote McGinn finalizou para o fundo das redes.
O Haiti, que retornou à Copa após 52 anos, pressionou durante o jogo e teve 15 finalizações, incluindo tentativas de Expérience, Bellegarde, Providence e Pierrot, mas não conseguiu superar a defesa escocesa.
Com o resultado, a Escócia lidera o Grupo C, enquanto o Haiti ocupa a lanterna. O Brasil, que empatou em 1 a 1 com Marrocos, enfrenta o Haiti na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia. Já a Escócia joga contra Marrocos no mesmo dia, às 19h, em Boston.
A equipe escocesa conta com jogadores em destaque na Europa, como o capitão e lateral Andy Robertson, do Liverpool, e McTominay, que atua no Napoli. Em contraste, o elenco haitiano é formado por atletas que atuam em divisões inferiores, refletindo os desafios enfrentados pelo país, marcado por violência e instabilidade.
A classificação do Haiti para a Copa de 2026 foi um marco histórico, sendo a primeira desde 1974, proporcionando momentos de celebração para a nação caribenha.
**Próximos jogos do Grupo C:**
– Escócia x Marrocos – sexta-feira (19), às 19h (Brasília), em Boston. Transmissão exclusiva pela CazéTV no YouTube.
– Brasil x Haiti – sexta-feira (19), às 21h30 (Brasília), na Filadélfia.
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*Fernanda Brigatti, especial para a Folha*
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