A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), mantém em cartaz no Museu de Arte de Goiânia (MAG) a exposição Pachamama, uma mostra coletiva do Ateliê Livre de Gravura que reúne trabalhos de 12 artistas. A exposição aborda reflexões sobre a terra, a memória afetiva e as conexões entre natureza e existência, e pode ser visitada gratuitamente até o dia 9 de agosto.
Na exposição, os artistas exploram diversas tonalidades terrosas e técnicas variadas de gravura e impressão, buscando aprofundar a relação entre o ser humano e a “Mãe Terra”. O título faz referência ao conceito quéchua que representa a terra como fonte de sustento e renovação da vida.
Além disso, a mostra estabelece um diálogo poético com a obra do escritor Manoel de Barros, especialmente suas reflexões sobre os “achadouros de infância”, reforçando a dimensão afetiva e simbólica do chão, dos quintais e das experiências que moldam a identidade humana.
Participam da exposição os artistas Adriana Mendonça, Augusto César, Célia Gondo, Cida Carneiro, Doris Pereira, Liosmar Martins, Nancy de Melo, Paulo Caetano, Suely Lima, Verônica Noriega, Vinícius Yano e Zè César. As obras apresentam técnicas como xilogravura, gravura em metal, monotipia, collagraph, matrizes orgânicas e livros de artista, evidenciando a diversidade de linguagens e pesquisas do grupo.
Ateliê Livre de Gravura
Fundado em 2013 pelo professor José César Teatini de Souza Clímaco, da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (UFG), o Ateliê Livre de Gravura é um espaço de experimentação e intercâmbio artístico dedicado aos processos gráficos tradicionais e contemporâneos. Desde sua primeira exposição, em dezembro de 2013, o coletivo tem participado de importantes mostras e eventos nacionais e internacionais.
Fonte: Prefeitura de Goiânia








