No dia 30 de abril, Luís Curro publicou uma coluna na Folha alertando para o risco de lesões no músculo posterior da coxa, o bíceps femoral, que poderiam afastar atletas da Copa do Mundo de 2026 na América do Norte.
Entre os jogadores citados estava Raphinha, atacante do Barcelona e titular da seleção brasileira comandada por Carletto Ancelotti. O atleta de 29 anos já havia sofrido três lesões na coxa direita durante a temporada 2025/2026, o que gerava preocupação devido à alta taxa de recorrência desse tipo de lesão, conforme especialistas em ortopedia.
Infelizmente, o temor se confirmou. Na segunda partida do Brasil na Copa, contra o Haiti, vencida por 3 a 0, Raphinha voltou a sentir a mesma coxa, o que deve afastá-lo do futebol por um período indeterminado. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não divulgou detalhes sobre o quadro clínico do jogador.
Apesar do risco, Ancelotti optou por convocar Raphinha, assumindo a possibilidade de que a lesão pudesse se repetir. A situação reforça a dificuldade de prever com exatidão a recuperação de atletas com histórico de lesões musculares recorrentes.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









