O atacante egípcio Zico enfrentou dificuldades com seu uniforme nos primeiros jogos da Copa do Mundo de 2026. Na estreia contra a Bélgica, sua camisa foi rasgada durante uma disputa, um dos cinco casos registrados envolvendo a fabricante alemã Puma nesta edição do torneio.
No jogo seguinte, contra a Nova Zelândia, no dia 21 de junho, o número 11 da camisa de Zico começou a se desprender: um dos numerais caiu completamente e o outro ficou pendurado. O jogador precisou trocar de camisa durante a parada técnica do segundo tempo, logo após marcar o primeiro gol na vitória histórica do Egito por 3 a 1, sua primeira na Copa.
Outros incidentes semelhantes foram registrados com jogadores como o marroquino El Aynaoui, que também teve a camisa rasgada em partida contra a Escócia, e o tcheco Pavel Sulc, entre outros.
A Puma, fabricante dos uniformes, destaca em sua página oficial que a camisa utilizada pelas seleções, incluindo Portugal, é confeccionada com tecido Ultraweave, que promete ser ultraleve e oferecer conforto e desempenho de elite. O material é composto por poliéster e elastano, com tecnologias para eliminação do suor e regulação da temperatura, além de ser produzido com 50% de materiais reciclados.
Apesar da inovação tecnológica, os problemas com rasgos e números descolando têm gerado questionamentos entre torcedores e especialistas durante a competição.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









