O Ministério das Cidades anunciou nesta sexta-feira (12) a construção de 85 mil unidades habitacionais pelo programa Minha Casa Minha Vida, nas modalidades Rural e Entidades – Urbana. O investimento total previsto é de R$ 10 bilhões, provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social.
As moradias beneficiarão grupos específicos, incluindo povos indígenas, quilombolas e famílias reassentadas pela reforma agrária. Segundo o ministro Vladimir Lima, essas comunidades vivem em condições precárias, muitas vezes em casas de pau-a-pique, com piso de terra e telhado de palha.
“São cerca de 562 propostas voltadas para públicos específicos, que terão acesso a moradias dignas e melhorias significativas na qualidade de vida”, afirmou o ministro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que o programa passou por melhorias para ampliar o conforto dos beneficiários. Ele citou exemplos de casas com varanda e churrasqueira, ressaltando o compromisso do governo com a entrega das unidades.
“Fomos eleitos para cumprir esse programa e queremos que a população seja fiscalizadora desse compromisso”, declarou Lula.
Modalidades e público-alvo
O Minha Casa Minha Vida Urbano atende famílias com renda bruta mensal de até R$ 3.200. Cerca de 40% das unidades serão construídas em imóveis da União, disponibilizados pela Secretaria de Patrimônio da União por meio do Programa Imóvel da Gente.
Já a modalidade Rural é destinada a famílias do campo com renda anual de até R$ 50 mil, como agricultores familiares, trabalhadores rurais e comunidades tradicionais. O programa prevê o custeio da construção da moradia no terreno da própria família.
O anúncio reforça o compromisso do governo federal em ampliar o acesso à moradia digna para populações vulneráveis, promovendo inclusão social e melhoria das condições de vida em áreas urbanas e rurais.
Fonte original: Agência Brasil 2 POLITICA








