A Copa do Mundo de 2026, realizada em três países, apresenta a primeira média de gols superior a três por partida em 68 anos, desde a edição de 1958 na Suécia, quando a média foi de 3,60 gols. Até o momento, o torneio registra uma média de 3,09 gols por jogo.
Esse aumento no número de gols pode estar relacionado às novas determinações da Fifa, como a contagem dos segundos para cobranças de tiros de meta, laterais e escanteios, que aceleram o ritmo das partidas.
Arsène Wenger, ex-técnico do Arsenal e atual diretor do Departamento de Desenvolvimento Global do Futebol da Fifa, destacou a importância das mudanças: “Se um torcedor paga para assistir noventa minutos de jogo, precisa ver noventa minutos de jogo”.
Analistas internacionais, como Michael Fox, do jornal The New York Times, também elogiaram o torneio, afirmando que não há jogos ruins nesta Copa, reforçando a ideia de que o futebol está vencendo a guerra pela atenção dos fãs.
Além do desempenho esportivo, a Copa de 2026 tem sido palco de manifestações pacíficas, como a exibição da antiga bandeira iraniana no estádio de Los Angeles, sem que isso tenha ofuscado o foco nos lances e jogadores, como Messi, Mbappé, Vozinha, Gakpo e Vinicius Junior.
O torneio também evidencia que a posse de bola, embora importante, não garante a vitória. Por exemplo, Portugal teve 73% do tempo de posse contra a República Democrática do Congo, que ficou com apenas 27%, mas o jogo terminou empatado.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









