**Ancelotti, coloque o Endrick!**
Por Tostão, cronista esportivo
13 de junho de 2026, 21h44 (atualizado às 22h18)
No empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos, resultado justo, a equipe marroquina mostrou superioridade coletiva, enquanto o Brasil contou com jogadores de talento individual excepcional. A partida revelou que as chances de gol foram equilibradas entre as duas seleções.
O Brasil iniciou o jogo com um quarteto de meio-campistas pelo centro do campo — Casemiro, Bruno Guimarães, Paquetá e Raphinha — além dos atacantes Vinícius Júnior e Igor Thiago. Ao longo da partida, o técnico Ancelotti promoveu diversas alterações táticas e mudanças de posicionamento. Vinícius Júnior marcou um belo gol, mas cometeu vários erros durante o jogo. Igor Thiago teve uma atuação abaixo do esperado e foi substituído.
Apesar do talento individual, faltou ao Brasil mais criatividade no meio-campo, melhor troca de passes e maior controle da posse de bola para dominar o ritmo do jogo. Em comparação, seleções como Espanha, Portugal e Argentina, que contam com meio-campistas excepcionais e uma filosofia de jogo voltada para o domínio da bola e alternância entre passes e jogadas rápidas, apresentam maior controle no meio-campo. A França aposta na velocidade dos seus atacantes, enquanto a Alemanha avança com muitos jogadores, mas deixa espaços vulneráveis na defesa. A Inglaterra busca equilíbrio entre os setores.
Diante desse cenário, fica o apelo: Ancelotti, coloque o Endrick! O jovem atacante pode ser a peça que falta para dar mais dinamismo e criatividade à seleção brasileira nesta Copa do Mundo 2026.
Fonte: link original









