Presidenciáveis comentam estreia do Brasil na Copa do Mundo e defendem Neymar
No dia 13 de junho de 2026, data da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, diversos pré-candidatos à Presidência da República deixaram suas agendas de campanha de lado para manifestar-se nas redes sociais sobre a partida contra Marrocos, que terminou empatada em 1 a 1.
O presidente Lula (PT) publicou um vídeo vestindo a camisa da seleção, pedindo ao técnico Carlo Ancelotti que orientasse os jogadores a demonstrarem “garra e alma” e a serem objetivos em campo. “O que vale é chutar a bola no gol do adversário e ela entrar. […] Então, sempre que puder, pelo amor de Deus, chute”, afirmou Lula, que também usava um adesivo com a frase “O Brasil é dos brasileiros”, em referência à defesa da soberania nacional.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário de Lula, defendeu o atacante Neymar, ausente da partida, em uma transmissão ao vivo pouco antes do jogo. Flávio criticou a mídia por, segundo ele, tentar destruir os ídolos do país e desejou que Neymar retorne aos gramados em breve. O jogador declarou voto em Jair Bolsonaro na eleição de 2022.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também comentou a estreia, dizendo que “vermelho é perigo“, em referência à camisa da seleção marroquina, e que o número 13 “nunca fez bem ao Brasil”, aludindo à data do jogo e ao PT, identificado pelo número nas urnas. Zema ainda comparou negociações comerciais internacionais a partidas de futebol, defendendo uma postura firme e sem aceitar ameaças.
Outros presidenciáveis, como o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), apareceram em vídeos demonstrando otimismo com a seleção, enquanto Renan Santos (Missão) destacou a necessidade de sinceridade sobre os problemas do país, e Augusto Cury (Avante) criticou sites de apostas esportivas em postagens relacionadas à Copa.
Fonte: FOLHA DE SP | POLÍTICA









