Em sua melhor atuação na fase de grupos da Copa do Mundo 2026, o Brasil apresentou um desempenho ofensivo superior e finalizou 21 vezes na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, nesta quarta-feira (24), em Miami.
Com nove chutes no alvo, a seleção brasileira marcou três gols, convertendo 43% dos arremates precisos em tentos. Diferentemente do jogo contra o Marrocos, a maioria das finalizações ocorreu dentro da área escocesa, com 14 tentativas, o dobro das feitas de fora da área. Destas, cinco foram no gol, enquanto as demais foram para fora ou bloqueadas pela defesa adversária.
O mapa de calor do Brasil indica maior presença ofensiva em relação às partidas anteriores contra Marrocos e Haiti, com ações concentradas no campo de ataque.
Apesar de um gol anulado por falta aos 22 minutos do primeiro tempo, o Brasil dominou as ações ofensivas. A Escócia conseguiu desarmar sete jogadas brasileiras, com 63,6% de eficiência, enquanto o Brasil teve seis desarmes, mas com apenas 43% de sucesso.
A Escócia iniciou a partida com uma postura mais avançada do que o esperado, mesmo precisando apenas de um empate para continuar na disputa por uma vaga no mata-mata. Os escoceses mantiveram 77% da posse de bola nos primeiros cinco minutos, mas essa estratégia se mostrou arriscada diante da forte marcação brasileira na saída de bola.
Aos 6 minutos, após um erro defensivo escocês, Rayan roubou a bola e deixou Vinicius Junior em posição de marcar o primeiro gol da partida. Quinze minutos depois, Vinicius Junior marcou novamente, mas o gol foi anulado por falta na jogada.
O segundo gol válido do Brasil surgiu de uma troca de passes, com participação decisiva de Matheus Cunha na recuperação da bola e assistência para Bruno Guimarães, que cruzou para Vinicius Junior marcar.
O terceiro gol foi resultado de uma jogada bem construída, aproveitando o avanço da linha defensiva da Escócia.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









