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Lifting facial deixa antigos estigmas para trás com avanço de técnicas profundas

Técnicas que reposicionam músculos e ligamentos substituem liftings superficiais e ampliam naturalidade

O Brasil ocupa posição de destaque mundial em cirurgia plástica e esse protagonismo tem influenciado também a forma como pacientes e médicos discutem rejuvenescimento facial. Segundo o levantamento global de 2024 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), os procedimentos de face e cabeça somaram mais de 7,4 milhões de cirurgias no mundo, com crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A cirurgia das pálpebras foi o procedimento cirúrgico estético mais realizado globalmente, com mais de 2,1 milhões de intervenções.

O dado ajuda a explicar por que cirurgias da face, como blefaroplastia e lifting facial, voltaram ao centro das discussões sobre estética, envelhecimento e segurança. Em Goiânia, esse movimento acompanha a busca por técnicas menos estigmatizadas e mais voltadas à preservação da identidade do paciente.

Entre os cirurgiões que atuam nessa área está o Dr. Diogo Höhl, especialista em cirurgia estética da face. Formado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Plástica pela USP – Ribeirão Preto, fellowship em cirurgia estética facial na Alemanha e formação complementar em microcirurgia reconstrutiva pela USP-SP/ICESP, o médico concentra sua atuação em procedimentos como Deep Plane Facelift, Deep Neck Lift e Blefaroplastia.

“O conceito do lifting mudou. Hoje a cirurgia facial busca restaurar contornos e proporções, mantendo a identidade do paciente. Não se trata de mudar o rosto, mas de reposicionar estruturas que se deslocam com o envelhecimento”, explica.

As técnicas Deep Plane e Deep Neck representam justamente essa mudança. Diferentemente dos liftings mais antigos, que atuavam principalmente sobre a pele, as abordagens atuais reposicionam músculos, ligamentos e estruturas profundas da face e do pescoço. O objetivo é alcançar um resultado mais natural e duradouro, sem o aspecto artificial que durante anos marcou a percepção popular sobre o lifting facial.

A blefaroplastia também acompanha essa transformação. Além da retirada de excesso de pele, a cirurgia moderna das pálpebras considera fatores como volume, contorno e posicionamento dos tecidos ao redor dos olhos, buscando uma aparência mais descansada, mas sem descaracterizar a expressão do paciente.

Segundo o especialista, a indicação correta é um dos pontos centrais da cirurgia facial. Parte dos pacientes procura rejuvenescimento por envelhecimento natural, enquanto outros chegam após anos de tratamentos clínicos, tecnologias ou procedimentos menos invasivos. Há ainda casos que exigem maior refinamento técnico, incluindo cirurgias secundárias e correções de resultados prévios.

Outro diferencial da atuação do Dr. Diogo Höhl é o acompanhamento próximo. O próprio cirurgião conduz etapas do pós-operatório, incluindo retirada de pontos, além de manter contato direto com pacientes durante a recuperação. “A cirurgia facial exige confiança e acompanhamento contínuo. O resultado não depende apenas da técnica cirúrgica, mas também da relação construída ao longo de todo o processo”, afirma.

Com experiência nacional e internacional e foco em cirurgia da face, o médico integra um grupo de profissionais dedicados às técnicas profundas de rejuvenescimento facial. Em Goiânia, a procura por procedimentos faciais com naturalidade cresce junto com a evolução das próprias técnicas e com o acesso dos pacientes a mais informação.

Se antes o lifting facial carregava estigmas associados a resultados artificiais, hoje a cirurgia retorna ao centro das discussões com uma proposta diferente: restaurar estruturas, preservar identidade e respeitar a individualidade de cada paciente.

Resumo profissional – Dr. Diogo Höhl ( CRM-GO 22651 • RQE 112353 )
Dr. Diogo Höhl é cirurgião plástico com atuação especializada em cirurgia estética da face, com ênfase em Deep Plane Facelift, Deep Neck Lift e Blefaroplastia. Médico formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), é especialista em Cirurgia Plástica pela USP – Ribeirão Preto e realizou fellowship em cirurgia estética facial na Alemanha, além de formação complementar em microcirurgia reconstrutiva pela USP-SP/ICESP.

Sua prática concentra-se em rejuvenescimento facial, cirurgia de pálpebras, flacidez cervical, contorno facial e casos que exigem alto refinamento técnico, incluindo cirurgias secundárias. Atua em Goiânia com abordagem baseada em naturalidade, segurança e reposicionamento profundo dos tecidos faciais.

É reconhecido pelo acompanhamento próximo aos pacientes em todas as etapas do tratamento, incluindo condução direta do pós-operatório e contato contínuo durante a recuperação.

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Postado por:

Paulo Mathias

Colunista - Interage Goiânia.

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