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Cirurgia plástica redefine contorno corporal após emagrecimento

Com o aumento das perdas de peso rápidas e uso de novas terapias para emagrecimento, cresce a demanda por contorno corporal, retirada de excesso de pele e lipoescultura que devolvem proporção, funcionalidade e autoestima

Perder peso é motivo de celebração, mas para muitos que vence essa etapa de emagrecimento se depara com um novo desafio: o corpo que mudou precisa de novo contorno. Flacidez, excesso de pele, marcas de mobilidade, dobras que incomodam ou impedem o uso de roupas são parte da rotina de quem emagreceu muito ou rapidamente. É aí que profissionais da cirurgia plástica têm papel decisivo.

Segundo estudos, pacientes com grande perda ponderal entram em outra etapa do processo de transformação corporal — a readequação do contorno corporal. De acordo com o cirurgião plástico, Hugo Santos Vieira, a “cirurgia de contorno corporal constitui etapa importante do tratamento da obesidade, seja ela mórbida ou não, e tem caráter reparador”. “Nós não estamos apenas retirando pele ou fazendo estética: estamos ajudando o corpo a acompanhar a nova realidade de quem emagreceu, devolvendo mobilidade, conforto, autoestima e harmonia”, explica o cirurgião plástico.

Com novas modalidades de emagrecimento (medicamentos, “canetas”, terapias integradas, maior conscientização nutricional) cresce o número de pacientes que perdem peso de forma significativa. E, segundo ele, a pele, que se adaptou ao maior volume corporal, muitas vezes não “retrai” completamente, gerando flacidez ou excesso que incomoda ou limita a rotina. “Além do aspecto estético, esse excesso de pele pode gerar desconforto físico, assaduras, dificuldade para praticar esporte, para usar roupas ajustadas ou sentir-se confortável com o reflexo no espelho”, afirma.

Hugo Santos aponta que o contorno corporal inteligente vai além da simples “remoção de pele”. “Temos uma série de procedimentos, cada uma personalizado de acordo com a necessidade do paciente”, assegura. “Lipoescultura estratégica para definir proporções e não apenas ‘tirar volume’. Dermolipectomias (remoção de pele + gordura) em áreas-chave como abdômen, flancos, costas. Braquioplastia (área dos braços), cruroplastia (coxas) e até bodylift (em casos mais amplos de excesso de pele) como parte da solução. Avaliação pré-operatória detalhada: estabilização do peso, exames clínicos, nutrição adequada, fatores de risco avaliados para segurança e resultado duradouro”, enumera.

Preocupado com a abordagem individualizada, estética natural e segurança, Hugo Santos alia técnica avançada com acompanhamento humano. Por essa razão, o paciente precisa estar ciente de uma série de fatores antes de se submeter a um procedimento.

Peso estabilizado: O melhor momento para a cirurgia de contorno é quando o paciente já manteve seu novo peso por tempo adequado.

Realismo nas expectativas: O objetivo é contorno, melhoria funcional e estética, e não “voltar a ser como era há 20 anos”.

Equipe multidisciplinar e cuidados pós-operatórios: Nutrição, fisioterapia, acompanhamento cicatricial, uso de malhas compressivas são etapas essenciais para um bom resultado.

Segurança e escolha do profissional: Verificar credenciais, experiência em contorno corporal pós-emagrecimento, técnicas que priorizem resultados naturais e proporcionalidade.

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Postado por:

Paulo Mathias

Colunista - Interage Goiânia.

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