Hanuska Bertoia, editora da Primeira Página e jornalista com pós-graduação, compartilha sua torcida pelas seleções latino-americanas na Copa do Mundo de 2026, além do Brasil.
Ela convida os leitores a também apoiarem os países da América Latina, ressaltando que, apesar das diferenças linguísticas, somos todos latinos e temos fortes laços históricos e culturais no futebol.
Segundo Bertoia, a América do Sul foi fundamental para a criação do Mundial, impulsionada pelo sucesso da seleção uruguaia antes da primeira edição do torneio, em 1930. Até hoje, as seleções sul-americanas conquistaram dez títulos mundiais: Brasil (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), Uruguai (1930 e 1950) e Argentina (1978, 1986 e 2022).
Ela destaca ainda que o futebol brasileiro atual se beneficia muito do talento dos jogadores dos países vizinhos, e que é justo celebrar esses atletas quando defendem suas seleções nacionais.
Na Copa de 2026, sete seleções, sendo seis sul-americanas, contam com 32 jogadores atuando no Campeonato Brasileiro, um recorde segundo o Comitê Olímpico Internacional, superando os 27 convocados da edição de 1974. Brasil, Uruguai e Paraguai lideram com sete jogadores cada, vindos do Brasileirão.
O Uruguai, país que sediou a primeira edição do Mundial e foi o primeiro campeão, mantém sua importância histórica, especialmente com o estádio Centenário em Montevidéu, palco pioneiro do torneio e símbolo do peso da tradição no futebol sul-americano.
Fonte: FOLHA DE SP | ESPORTES









